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29Dez2016
A aventura de ser quem você é !

 O maior desafio da humanidade é ser quem você  é, um ser humano autêntico.

Quando fiz a  leitura do livro " Vivendo perigosamente " de Osho,  fiquei encantada e aliviada ao mesmo tempo sobre como ele  expõe de forma simples e clara questões que nos envolvem  e que deixaram duvidas em nós desde a infância! 

Temos o habito de seguir uma tendência, um caminho já trilhado, que pode ser interessante,  mas não como um modelo rígido que tem que ser seguido e exercitado, podemos olhar, mas não é este  o nosso caminho, temos que tentar o nosso!  E na tentativa dos caminhos vêem os acertos, os erros, os aprendizados, mas são nossos caminhos, nossas escolhas, e então está tudo certo, estamos vivendo, expêrenciando. Somos seres únicos com aptidões, desejos e sonhos e neles devemos encontrar nosso propósito de vida. Conhecer a si mesmo passa a ser o  grande passo para a alcançarmos este grande propósito. Quando começamos a perceber quem realmente somos,e o nosso proposito de vida, passamos a aceitar com mais tranquilidade as escolhas dos outros, e também o que  as pessoas pensam a nosso respeito deixam de fazer sentido. Estamos conectados com quem somos, com nosso proposito e isto não tem preço, nada nos tira  ou foge, somos viventes de verdade.

Osho coloca que a realização do seu potencial é a suprema felicidade. Aceitando sua humanidade com alegria como se fosse um presente da existência – e não como se tivesse sido expulso do Jardim do Eden, como se fosse um castigo e você tivesse que se arrepender de algo, este ponto particularmente foi o que mais gostei! A culpa que nos foi colocada no colo, na cabeça deste cedo e que barra muito de nossos processos individuais e coletivos de evolução da espécie humana!

Cita que não existe nada mais sagrado, nada mais divino do que a vida. E a vida não consiste em coisas grandiosas. A vida se compõe de coisas bem pequeninas. Assim, caso comece a se interessar somente por essas chamadas “coisas grandiosas”, você simplesmente estará deixando a vida escapar. 

Deixo estas palavras e reflexões para que você possa perceber o quanto e como está o seu momento atual, esta aventura de ser você mesmo.

Boa entrada e caminhada para um novo ciclo e um novo ano !  

 

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15Nov2016
Como estamos amando?

Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muito amor por aí, amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineira. Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não. Cheio de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora. Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente.

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem medo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade. Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser. Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

Artur da Távola

 

 

Origens do amor ou do não amor em mim.

Este exercício permite entrever de onde pode vir o amor que me preenche ou a ausência de amor que eu talvez sinta às vezes dentro de mim.

Quando penso sobre o amor ou quando falo sobre o amor, cabe a mim :

- identificar o amor que tenho para dar, que carrego dentro de mim e que desejo oferecer a alguém que saiba recebe-lo.

Será que tenho amor para dar? Será que me relaciono com alguem que possa recebe-lo?

- diferenciar melhor o meu amor e a minha necessitade de amor. 

Será que ofereço meu amor só para receber em troca o dos outros?

- não confundir o amor que não tenho com o que desejo receber.

Estou à espera de ser amado?

sou amado, embora eu não ame?

- não ficar achando ( ou caindo na armadilha) que um amor virá dos outros para preencher o meu vazio de amor.

será que sou um(a) consumidor(a) de amor?

- não alimentar a síndrome de Bela adormecida!

Será que fico na esperança de que um principe ou princesa encantada virá me acoradr para o amor?

As respostas que tiver dado só pertencem a você mesmo, elas não possuem nenhum valor profético, sendo apenas pontos de referência, marcos para tentar compreender melhor quem você é, e se permitir seguir em frente nos caminhos do amor!

 

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19Out2016
Não é preciso ter medo de ter medo

Não é preciso ter medo de ter medo. O medo é normal e o fato de aceita-lo já o torna menos poderoso.

Conta-se uma lenda que existia um povoado muito simples nos arredores de uma linda  praia. Seu povoado sentia-se castigado por uma maldição, que surgia toda manhã pelo mar, era um monstro horrível de quatro cabeças e soltava fogo como um dragão. Todos corriam e escondiam-se por horas a fio com muito medo, tentando evitar ver o monstro  ou mesmo ser engolido por tamanha fera. Ninguém conseguia uma solução para eliminar aquele monstro  horrível que não se acalmava por nada, até que um sábio ancião do vilarejo vizinho surgiu e penalizou-se com o  medo e sofrimento das pessoas com aquele monstro e a correia para afasta-se da beira da praia, onde se dava o sustento de muitos pescadores locais.

O sábio ancião resolver ajudar o povoado e no horário que o monstro costumava surgir ele foi para a praia e esperou o monstro aparecer...quando surge o monstro urrando e soltando fogo vindo em direção do ancião todos gritavam, ele vai te pegar....o ancião ao contrario foi indo devagar, devagar se aproximando ao encontro ao monstro. Conforme o ancião ia se aproximando do monstro ele ia diminuindo, diminuindo de tamanho até desaparecer  e este monstro nunca mais apareceu para amedrontar o povoado.

Assim também na maior parte das vezes  somos nós com nossos medos,  e sentimentos de ameaça. Quanto mais nós nos escondermos , quanto mais fugirmos do mal estar, mais nos sentiremos ameaçados e não olharmos para aquilo que nos faz mal, não nos livra dele.

Segundo Jean Ives Leloup, o medo é algo que muitas vezes está  ligado ao nosso passado, sendo  uma projeção dele sobre o presente. Sugere  estamos mais alinhados com nosso dia a dia,  atentos ao momento presente, descobrindo os segredos do instante onde tudo se realiza, para estarmos libertos de dores passadas e projeções.  Muitas vezes enxergamos  uma cobra no caminho e quando olhamos mais atentamente é apenas uma corda no chão. Ao constatarmos do que se realmente se trata, podemos seguir o caminho.

Sem medo, não há coragem!

Exercicio para energização e para ancorar a coragem:

Deitar-se com a cabeça virado para o sol.

Imaginar a luz do sol penetrando pelo  topo de sua  cabeça e percorrendo e descendo por toda a coluna vertebral bem devagar até a região do seu cocix.

Na região do cocix esta luz do sol faz uma volta e sobe  pela sua coluna por um caminho diferente do qual  houve a descida da luz, limpando, liberando medos,  e tensoões.

Repetir 3x este movimento imaginario da luz do sol descendo pela coluna e subindo.

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27Ago2016
Os Quatro Compromissos da Filosofia Tolteca

Os quatro compromissos apresentam a possibilidade de uma nova vida repleta de energia, felicidade genuína e amor, bastando estabelecer e honrar quatro compromissos básicos:

1-Seja impecável com sua palavra: as palavras têm imenso podes e não devem ser usadas de modo leviano. Diga apenas aquilo em que acredita, usando corretamente sua energis. Fuja de mexericos e de comentários negativos.

2-Não leva nada para o lado pessoal: quando alguém fala de você, esta na realidade expondo a si mesmo. Não absorva insultos e não se deixe levar por adulações. Aprenda a se tornar imune às opiniões alheias.

3-Não tire conclusões: atenha-se apenas à realidade imediata e concreta. Seja sempre claro e transparente e exija que os outros também o sejam, ignorando o que há de nebuloso ou mal explicado.

4-Sempre dê o melhor de si: em qualquer circunstância, mesmo nas situações mais insignificantes , faça o melhor: nem mais, nem menos. Rejeite sacrifícios ou esforços extenuantes, faça o que puder, da melhor maneira possível.  

Este é um grande desafio para nós nos dias atuais, mas temos sempre que buscar alternativas para conquistarmos nossa melhora. As civilizações antigas, nossos ancestrais,os povos indigenas, sabios, mestres espirituais nos inspiram com maneiras simples para caminharmos rumo a este bem estar e felicidade que tanto buscamos. As vezes esta busca vai por caminhos estranhos como o excesso de alcool, uso drogas, atividades e uma identificação com a mente, com a forma, com o externo, deixando nos levar pelos pensamentos desenfreados no fazer, consumir, e ter. Tentando encontrar, mas estamos  fugindo da nossa essência, do conteúdo, do presente do momento em que vivemos, do silêncio, de nosso espaço interior, mas não  estamos encontrando o que buscamos.

O caminho do meio vem ser muio util agora nestes novos tempos e esta proposta dos xamãs mexicanos são uma boa opção para tentarmos.

Este caminho propõe o que nós já sabemos em essência, basta acreditarmos que pode ser diferente, que posso fazer novas escolhas.

Não custa tentarmos, acreditarmos que podemos, temos este direito de ser felizes.. de construir esta felicidade....estes momentos...

Boa caminhada!

Baseado no livro : Os quatro compromissos da filosofia Tolteca- Don Miguel Ruiz

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07Jul2016
Carência e abundância

 Se a ideia de carência  – seja por dinheiro, reconhecimento ou amor se tornou parte de quem pensamos ser , sentiremos sempre carência. Em vez de reconhecermos tudo o que de bom já existe na nossa vida , só nos concentramos na carência. Reconhecermos o que de bom já existe na nossa vida é a base para a abundância surja. O fato é este: aquilo que julgamos que o mundo nos nega é aquilo que nós estamos negando ao mundo. Estamos negando porque, no fundo, pensamos que somos pequenos e não temos nada para dar.

A fonte de toda a abundância não se encontra fora de si, faz parte de quem você é. No entanto comece por reconhecer a abundancia no exterior. Observe a riqueza da vida que existe à sua volta: ao sentir o calor do sol na sua pele, ao contemplar as flores magníficas em exposição à porta de uma floricultura ou num jardim, ao saborear um fruto suculento ou ficar ensopado debaixo de uma chuva caída do céu. A abundância da vida reside em cada passo que der. O reconhecimento dessa abundância que existe ao seu redor desperta a abundância adormecida dentro de si. Depois deixe-a sair. Ao sorrir para um estranho, já se verifica uma pequena saída de energia. Você torna-se um doador. Pergunte e si mesmo regularmente:  o que posso dar aqui? Como posso ser útil para esta pessoa, para esta situação? Você não tem que possuir para se sentir  abundante, embora as coisas venham com certeza até você no caso de sentir –se abundante consistentemente. A abundância só chega àqueles que já a possuem. Isto parece quase injustificável, mas obviamente não é. É uma lei universal. Tanto a abundância como a escassez são estados interiores que se manifestam como a nossa realidade. Eckhart Tolle

Experimente fazer durante algumas semanas este exercício e veja como você pode mudar a sua realidade:

Tudo o que pensar que as outras pessoas ou o mundo estão lhe negando  como:  estima, consideração, ajuda, atenção afetiva, etc - dê a elas.

Não possui as coisas? Aja com se as possuísse e elas aparecerão.

Em pouco tempo depois de começar a dar, começará a receber.

Você não pode receber aquilo que não der.

Você já tem tudo o que pensa que o mundo não lhe esta dando, mas se não permitir que isso flua para o exterior, nem sequer saberá que o possui. Isto inclui a abundância.

Experimente! 

Eckhart Tolle - Um Novo Mundo - Despertar para a Essência da Vida 

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23Mai2016
Mandalas: construindo integração e harmonia

Mandala : símbolo da Integração e Harmonia

A Mandala é uma porta para a consciência em evolução, possibilita autoconhecimento e conquista da unidade interior e exterior, reconciliando e integrando os opostos.  Ao se construir uma mandala expressamos nossa criatividade, reinventando e reconstruindo nos na direção de um novo e significativo todo, num espaço de reintegração. Suas cores expressam os nossos mais íntimos pensamentos, sentimentos, intuições e sensações físicas .

A confecção de mandalas traz também como consequência uma vida simbólica mais intuitiva, mas criativa e individualmente mais livre, pois ajuda nos a  entrar em sintonia com nosso  potencial  interior, aceitando e enriquecendo nosso imaginário.

A escolha das cores é em grande parte guiada pelo inconsciente e representa uma expressão direta de estados interiores que geralmente estão além  da percepção consciente, levando ao conhecimento e informação do simbolismo  expresso nas formas e cores, mesmo quando não se penetra no significado delas.

Não há  mandalas boas ou ruins, busque o fluxo natural de cores e formas  que refletem o seu processo vital e único.

A palavra Mandala significa em Sanscrito ( linguagem antiga da Índia ) centro, circulo mágico, o mistério.  É geralmente descrito como uma figura geométrica representada por um circulo sobre um quadrado ou vice- versa, incluindo ou não outras formas.

Sua característica mais importante é que seu traçado tem que ser feito em torno de um ponto central que da ideia de irradia-se de um centro ou mover-se em direção a ele.

C. G. Jung  estudou profundamente a utilização das mandalas e as utilizou como forma de auto expressão,  centramento, e  representação simbólica do Eu ou o Self- arquétipo da Unidade Interior.

Existes segundo estudiosos três tipos de mandalas: as de culto, as de meditação, e as terapeuticas. Elas se diferenciam em função do seu uso e finalidade, mas também segundo o estado de consciência do individuao no momento da sua criação, estado de culto, de meditação, de cura terapeutica e de expansão da consciência, como instrumento de autoconhecimento e transformação interior.

Estão presentes nas rosaseas do vitrais coloridos das catedrais, nos calendarios maias, nas areias coloridas dos tibetanos.

Misticos ocidentais e orientais de quase todas as culturas ao longo da historia da humaniade já utilizaram Mandalas como Caminho para reencontrar o proprio centro.

- baseado em artigo da revista sintonia holistica.

Construindo uma Mandala Expontanea

 Folha A 4 ou A3,  lapis, giz de cera, pinceis de tinta guaxe, recortes de revistas, sucatas e  o que vier na mente para criar e expressar livremente na sua mandala.

Coloque uma musica suave e deixe o ambiente acolhedor e tranquilo sem ser incomodado.

Inicie uma breve meditação por 5 minutos: posição confortavel, sentindo o corpo, a coluna alongada, começe a perceber sua respiração, o movimento natural do ar entrando e saido das narinas. Concentre se neste momento presente, deixando os pensamentos passarem sem se apegar a eles.

Vá retornando devar da meditação.

Visualize a folha em branco a sua frente e coloque uma intensão ou reflita sobre uma questão  que queira trazer na construção de sua mandala.

Inicie traçando um ponto central com uma cor que mais lhe chamar atenção e  permita que se expanda e se  irradie formando uma circunferencia perto das bordas do papel.

Utilize  toda sua criatividade e expontaneidade  criando  formas, imagens, desenhos, cores que lhe vierem à mente, podendo expandir os contornos do circulo afora com lapis de cor, giz de cera, materias de sucata, recortes de revista à seu criteiro.

Aprecie a mandala e observe as cores e formas que mais utilizou na sua construção e veja as associações com a questão que colocou no incio de sua confecção, podendo anotar em uma folha suas percepções.

Anote a data e seu nome no verso do desenho e reserve para você acompanhar a evolução de outras mandalas que construir.

Lembre-se não existe mandala certa ou errada, ela é  o que você expressou naquele momento.

As cores podem expressar algo em determinado momento, mas em outros momentos podem expressar outra coisa.

Você pode preferir destruir a mandala queimando-a como forma de livra-se de algo que nela expressou. Na finalização descarte as cinzas em água corrente para o elemento água levar aquilo que deseja, além do fogo que a queimou.

 

 

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