Compartilhar por e-mail
Seu nome:
Seu e-mail:
E-mail destinatário:
Enviar
28Abr2017
Ho'oponopono para resolução de problemas

Ho’oponopono: corrigir um erro ou torná-lo certo.

Todos somos um, o universo é interligado por uma teia invisível. O mal de um é o mal de todos. A cura de um é a cura de todos.

Assim como a física quântica atual percebe isto, também é um conhecimento que vem de antigos habitantes da terra, cuja origem remonta ao continente perdido de Mu, conhecido como Lemuria.

O continente Mu submergiu após cataclismos e de onde surgiram as Ilhas Polinésias, há cerca de 13.000 anos. No Hawaii, com a sobrevivência de habitantes de Mu, o conhecimento Huna foi preservado até hoje, segundo Max Freedom Long.

Outro estudioso do Huna, Sergio King, acredita na origem de povos estelares da constelação da Plêiade que se estabeleceram na região do oceano Pacifico.

Hunas são princípios psicofilosóficos que regiam aqueles povos.

Os Kahunas seriam os guardiões do segredo, onde os hawaianos representam este povoado antigo e sábio e de onde surge o Ho’oponopono.

E este segredo seria: olhar dentro de nós mesmos e desvendar os mistérios que encerramos em nosso Ser.

O Ho’oponopono é baseado em 3 questões: arrependimento - perdão - transmutação.

Estabelecendo assim uma conexão com a Mente Divina,  a mente consciente, nosso eu,  e a mente subconsciente, que contém traumas e memórias que são reencenadas na nossa mente constentemente  e ativadas pelo nosso pensamento.

A mente é uma maquina de pensar. Pensa milhões de pensamentos por dia, é uma maquina de pensar.

É iniciada por uma petição da mente consciente e dirigida à Inteligência Divina para anular memórias e transforma-las, transmuta-las.

Segundo o estudioso hawaiano Dr. Ihaleakala Hew Len, a Huna com o método do Ho’oponopono nos faz refletir sobre questões práticas nossas que atualmente muito se tem falado em prosa e verso:

Se você deseja melhorar sua vida, cure-se a si próprio.

Mas amplia para um entendimento mais amplo sobre alguns aspectos:

- se desejar curar alguém, mesmo que seja um criminoso, o primeiro passo é acreditar que a insanidade dele também mora de forma latente, dentro de você mesmo. Amar a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si próprio e enquanto você melhora, melhora tudo ao seu redor, melhora o seu mundo.

- Somos totalmente e exclusivamente responsáveis por toda a nossa experiência. A separação é uma ilusão da mente, não existe nós versus o outro. Somos todos interligados. Aquele que o magoou é você mesmo, ou seja, um dos milhares aspectos do seu próprio eu.

- Qualquer coisa que surja na sua vida, independente de como apareceu, está disponível para a cura, simplesmente porque agora está em seu radar. Se você pode sentir alguma coisa, você pode cura-la. Se a ver em outra pessoa e ela o incomodar, é passível de ser curado, pois se consegue avista-la é porque você a tem, se conseguir reconhecê-la, poderá transforma-la. Assim transforma o outro também.

Tudo começa na mente.

Este é um processo que vai purificando nossa mente de maneira segura e gradual. É a arte de perdoar a si mesmo. Transmutando memórias do passado, perdoando, sendo perdoado, limpando e transformando. Começando dentro de nós podemos mudar o mundo.

Este é um dos preceitos do Huna, do Ho’oponopono um mantra que pode ser repetido muitas vezes, em todos os momentos e lugares.

Procurando sempre ampliar nossa visão, nossa consciência para este perdão, aceitação, gratidão e amor que rege tudo e a todos.

Quando estás a mentalizar, ou dizer para si mesmo estas quatro frases, respire fundo, conecte-se com seu coração, sinta a sua presença, e repita:

SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.

Compartilhe:
16Fev2017
O que precisamos

Perguntaram a Jalal ad-Din Muhammad Rumi, mestre espiritual persa do séc. XIII:

O que é veneno?

- Qualquer coisa além do que precisamos é veneno.

Pode ser poder, preguiça, comida, ego, ambição, medo, raiva, ou o que for.

O que é o medo?

- Não aceitação da incerteza.

Se aceitamos a incerteza, ela se torna aventura.

O que é a inveja?

- Não aceitação do bem no outro.

Se aceitamos o bem, se torna inspiração.

O que é raiva?

- Não aceitação do que está além do nosso controle.

Se aceitamos, se torna tolerância.

O que é ódio?

- Não aceitação das pessoas como elas são.

Se aceitamos incondicionalmente, então se torna amor.

O que é maturidade espiritual?

1. É quando você para de tentar mudar os outros e se concentra em mudar a si mesmo.

2. É quando você aceita as pessoas como elas são.

3. É quando você entende que todos estão certos em sua própria perspectiva.

4. É quando você aprende a "deixar ir".

5. É quando você é capaz de não ter "expectativas" em um relacionamento, e se doa pelo bem de se doar.

6. É quando você entende que o que você faz, você faz para a sua própria paz.

7. É quando você para de provar para o mundo, o quão inteligente você é.

8. É quando você não busca aprovação dos outros.

9. É quando você para de se comparar com os outros.

10. É quando você está em paz consigo mesmo.

11. Maturidade espiritual é quando você é capaz de distinguir entre " precisar " e "querer" e é capaz de deixar ir o seu querer.

E por último, mas mais significativo!

12. Você ganha maturidade espiritual quando você para de anexar "felicidade" em coisas materiais!

 

Podemos aproveitar estas reflexões deste grande mestre espiritual do sec. XVIII, Rumi e compormos uma lista de coisas importantes em sua vida. Sim, uma lista onde você enumera por prioridades as suas escolhas

Importante que você seja sincero e honesto consigo mesmo neste momento.

Esta lista de coisas importantes na sua vida pode se resumir em pessoas, trabalhos, atividades: social ou esportivo, ou ludico, ou espiritual, altruista. 

Vá preenchendo e percebendo a ordem das suas prioridades e o que sente em relação a cada uma delas, o que brota no seu coração quando descreve e lembra-se destas atividades, deixe fluir sem cobranças o que vem a mente, apenas  observe se neste momento. É uma grande oportunidade de balanço e avaliação de onde estamos indo, como vai nosso proposito.

 Após o termino da lista fazer uma nova listagem se assim o desejar com novas opções e escolhas que lhe vierem na mente e no coração,  onde muitas vezes ficaram  esquecidos e deixamos passar.

Reescreva com tranquilidade e coloque o tempo para realização de cada uma destas atividades em sua vida: curto prazo, medio, ou longo prazo.   Muito importante quando escrever,  você  veja se realizando cada uma delas com clareza e  também os detalhes de como conseguiu chegar até elas para realiza-las de forma concreta. Perceba como você se sente realizando cada uma delas na sua mente, criando uma nova realidade.

Guarde sua lista em local de facil acesso e todos os dias,  se possivel por 21 dias olhe, memorize suas escolhas e visualização da realização delas.

Com 21 dias  exercitando e visualizando os novos propositos, nosso cerebro cria novas conexões, sinapses  auxiliando o Universo a cocriar realidade.

 

 

 

Compartilhe:
29Dez2016
A aventura de ser quem você é !

 O maior desafio da humanidade é ser quem você  é, um ser humano autêntico.

Quando fiz a  leitura do livro " Vivendo perigosamente " de Osho,  fiquei encantada e aliviada ao mesmo tempo sobre como ele  expõe de forma simples e clara questões que nos envolvem  e que deixaram duvidas em nós desde a infância! 

Temos o habito de seguir uma tendência, um caminho já trilhado, que pode ser interessante,  mas não como um modelo rígido que tem que ser seguido e exercitado, podemos olhar, mas não é este  o nosso caminho, temos que tentar o nosso!  E na tentativa dos caminhos vêem os acertos, os erros, os aprendizados, mas são nossos caminhos, nossas escolhas, e então está tudo certo, estamos vivendo, expêrenciando. Somos seres únicos com aptidões, desejos e sonhos e neles devemos encontrar nosso propósito de vida. Conhecer a si mesmo passa a ser o  grande passo para a alcançarmos este grande propósito. Quando começamos a perceber quem realmente somos,e o nosso proposito de vida, passamos a aceitar com mais tranquilidade as escolhas dos outros, e também o que  as pessoas pensam a nosso respeito deixam de fazer sentido. Estamos conectados com quem somos, com nosso proposito e isto não tem preço, nada nos tira  ou foge, somos viventes de verdade.

Osho coloca que a realização do seu potencial é a suprema felicidade. Aceitando sua humanidade com alegria como se fosse um presente da existência – e não como se tivesse sido expulso do Jardim do Eden, como se fosse um castigo e você tivesse que se arrepender de algo, este ponto particularmente foi o que mais gostei! A culpa que nos foi colocada no colo, na cabeça deste cedo e que barra muito de nossos processos individuais e coletivos de evolução da espécie humana!

Cita que não existe nada mais sagrado, nada mais divino do que a vida. E a vida não consiste em coisas grandiosas. A vida se compõe de coisas bem pequeninas. Assim, caso comece a se interessar somente por essas chamadas “coisas grandiosas”, você simplesmente estará deixando a vida escapar. 

Deixo estas palavras e reflexões para que você possa perceber o quanto e como está o seu momento atual, esta aventura de ser você mesmo.

Boa entrada e caminhada para um novo ciclo e um novo ano !  

 

Compartilhe:
15Nov2016
Como estamos amando?

Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muito amor por aí, amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito. Apenas isso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineira. Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebeu ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram; exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor.

Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado com justiça mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não. Cheio de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamentos; ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, “aquela conversa importante que precisamos ter”, arquivar se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como criança de nariz encostado na vitrine, cheia de brinquedos dos nossos sonhos): não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora. Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente.

Jogue pro alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que instruiu em criança. Sem medo de dizer, eu quero, eu gosto, eu estou com vontade. Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo seu amor, ou amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser. Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.

Artur da Távola

 

 

Origens do amor ou do não amor em mim.

Este exercício permite entrever de onde pode vir o amor que me preenche ou a ausência de amor que eu talvez sinta às vezes dentro de mim.

Quando penso sobre o amor ou quando falo sobre o amor, cabe a mim :

- identificar o amor que tenho para dar, que carrego dentro de mim e que desejo oferecer a alguém que saiba recebe-lo.

Será que tenho amor para dar? Será que me relaciono com alguem que possa recebe-lo?

- diferenciar melhor o meu amor e a minha necessitade de amor. 

Será que ofereço meu amor só para receber em troca o dos outros?

- não confundir o amor que não tenho com o que desejo receber.

Estou à espera de ser amado?

sou amado, embora eu não ame?

- não ficar achando ( ou caindo na armadilha) que um amor virá dos outros para preencher o meu vazio de amor.

será que sou um(a) consumidor(a) de amor?

- não alimentar a síndrome de Bela adormecida!

Será que fico na esperança de que um principe ou princesa encantada virá me acoradr para o amor?

As respostas que tiver dado só pertencem a você mesmo, elas não possuem nenhum valor profético, sendo apenas pontos de referência, marcos para tentar compreender melhor quem você é, e se permitir seguir em frente nos caminhos do amor!

 

Compartilhe:
19Out2016
Não é preciso ter medo de ter medo

Não é preciso ter medo de ter medo. O medo é normal e o fato de aceita-lo já o torna menos poderoso.

Conta-se uma lenda que existia um povoado muito simples nos arredores de uma linda  praia. Seu povoado sentia-se castigado por uma maldição, que surgia toda manhã pelo mar, era um monstro horrível de quatro cabeças e soltava fogo como um dragão. Todos corriam e escondiam-se por horas a fio com muito medo, tentando evitar ver o monstro  ou mesmo ser engolido por tamanha fera. Ninguém conseguia uma solução para eliminar aquele monstro  horrível que não se acalmava por nada, até que um sábio ancião do vilarejo vizinho surgiu e penalizou-se com o  medo e sofrimento das pessoas com aquele monstro e a correia para afasta-se da beira da praia, onde se dava o sustento de muitos pescadores locais.

O sábio ancião resolver ajudar o povoado e no horário que o monstro costumava surgir ele foi para a praia e esperou o monstro aparecer...quando surge o monstro urrando e soltando fogo vindo em direção do ancião todos gritavam, ele vai te pegar....o ancião ao contrario foi indo devagar, devagar se aproximando ao encontro ao monstro. Conforme o ancião ia se aproximando do monstro ele ia diminuindo, diminuindo de tamanho até desaparecer  e este monstro nunca mais apareceu para amedrontar o povoado.

Assim também na maior parte das vezes  somos nós com nossos medos,  e sentimentos de ameaça. Quanto mais nós nos escondermos , quanto mais fugirmos do mal estar, mais nos sentiremos ameaçados e não olharmos para aquilo que nos faz mal, não nos livra dele.

Segundo Jean Ives Leloup, o medo é algo que muitas vezes está  ligado ao nosso passado, sendo  uma projeção dele sobre o presente. Sugere  estamos mais alinhados com nosso dia a dia,  atentos ao momento presente, descobrindo os segredos do instante onde tudo se realiza, para estarmos libertos de dores passadas e projeções.  Muitas vezes enxergamos  uma cobra no caminho e quando olhamos mais atentamente é apenas uma corda no chão. Ao constatarmos do que se realmente se trata, podemos seguir o caminho.

Sem medo, não há coragem!

Exercicio para energização e para ancorar a coragem:

Deitar-se com a cabeça virado para o sol.

Imaginar a luz do sol penetrando pelo  topo de sua  cabeça e percorrendo e descendo por toda a coluna vertebral bem devagar até a região do seu cocix.

Na região do cocix esta luz do sol faz uma volta e sobe  pela sua coluna por um caminho diferente do qual  houve a descida da luz, limpando, liberando medos,  e tensoões.

Repetir 3x este movimento imaginario da luz do sol descendo pela coluna e subindo.

Compartilhe:
27Ago2016
Os Quatro Compromissos da Filosofia Tolteca

Os quatro compromissos apresentam a possibilidade de uma nova vida repleta de energia, felicidade genuína e amor, bastando estabelecer e honrar quatro compromissos básicos:

1-Seja impecável com sua palavra: as palavras têm imenso podes e não devem ser usadas de modo leviano. Diga apenas aquilo em que acredita, usando corretamente sua energis. Fuja de mexericos e de comentários negativos.

2-Não leva nada para o lado pessoal: quando alguém fala de você, esta na realidade expondo a si mesmo. Não absorva insultos e não se deixe levar por adulações. Aprenda a se tornar imune às opiniões alheias.

3-Não tire conclusões: atenha-se apenas à realidade imediata e concreta. Seja sempre claro e transparente e exija que os outros também o sejam, ignorando o que há de nebuloso ou mal explicado.

4-Sempre dê o melhor de si: em qualquer circunstância, mesmo nas situações mais insignificantes , faça o melhor: nem mais, nem menos. Rejeite sacrifícios ou esforços extenuantes, faça o que puder, da melhor maneira possível.  

Este é um grande desafio para nós nos dias atuais, mas temos sempre que buscar alternativas para conquistarmos nossa melhora. As civilizações antigas, nossos ancestrais,os povos indigenas, sabios, mestres espirituais nos inspiram com maneiras simples para caminharmos rumo a este bem estar e felicidade que tanto buscamos. As vezes esta busca vai por caminhos estranhos como o excesso de alcool, uso drogas, atividades e uma identificação com a mente, com a forma, com o externo, deixando nos levar pelos pensamentos desenfreados no fazer, consumir, e ter. Tentando encontrar, mas estamos  fugindo da nossa essência, do conteúdo, do presente do momento em que vivemos, do silêncio, de nosso espaço interior, mas não  estamos encontrando o que buscamos.

O caminho do meio vem ser muio util agora nestes novos tempos e esta proposta dos xamãs mexicanos são uma boa opção para tentarmos.

Este caminho propõe o que nós já sabemos em essência, basta acreditarmos que pode ser diferente, que posso fazer novas escolhas.

Não custa tentarmos, acreditarmos que podemos, temos este direito de ser felizes.. de construir esta felicidade....estes momentos...

Boa caminhada!

Baseado no livro : Os quatro compromissos da filosofia Tolteca- Don Miguel Ruiz

Compartilhe:
Magali Bergamo 2015 - Todos os direitos reservados
Criação de sites Vinhedo, Valinhos, Campinas