Compartilhar por e-mail
Seu nome:
Seu e-mail:
E-mail destinatário:
Enviar
27Nov2017
Relacionamento a dois

"O relacionamento de casal se desenvolve através do soltar, de soltar sonhos. A felicidade almejada não tem o mesmo valor. O primeiro sonho que deve ser deixado é o de que agora encontrei o que me faltou quando criança. É o sonho da criança que, finalmente, encontrou a mãe, que preenche tudo. Isso é válido tanto para os homens quanto para as mulheres. O apaixonar-se começa quando a criança no homem ou na mulher imagina no parceiro a mãe ideal. Por isso também é cego pois, no apaixonar-se, o outro não é visto como a pessoa que ele ou ela é. Depois é que se aprende lentamente a ver o outro como ele é e a amá-lo como ele é. Isto é, de um lado, um processo de morte. O relacionamento de casal é sempre um exercício para a morte, para o soltar. É, na verdade, a experiência mais intensa da unidade, mas permanece sempre incompleta, porque atrás disso espera outra unidade, uma maior, para a qual nós nos desenvolvemos.  Eu a denomino algumas vezes de origem. É a base da qual a vida emerge. Homens e mulheres emergem juntos daí, mas de um modo diverso, mergulham de novo para ele e ela se tornarem um. O relacionamento se desenvolve para uma unidade maior, e isto é tanto um processo doloroso quanto de realização.

As crises que acontecem nos relacionamentos a dois são parte desse processo de morrer. Mas a morte é um processo de vida, pode-se ver assim. Algumas vezes é assim: se morre cedo ou se solta muito cedo. Isso tira a plenitude desse processo.  Portanto, tudo a seu tempo."
Bert Hellinger

Como estão seus relacionamentos? A vida a dois?

Você consegue ver o amadurecimento da sua relação da paixão infantil e idealização para o amor maduro e a aceitação? 
Você consegue ver realmente o homem/a mulher na sua frente com toda a sua história, sua família e ancestralidade, seus relacionamentos anteriores, 
seus gostos e desgostos e dizer SIM pra tudo isso?
Ou só consegue acreditar que o melhor é viver o conto de fadas do 
princípe e da princesa? E passar a vida apaixonada pela imagem ou o 
retrato fixo que criou dela? Ou então melhor mesmo é não se relacionar, 
assim você não sofre?

Como posso me abrir para o amor maduro?

Compartilhe:
18Ago2017
Mês de agosto traz seu recado de mudanças

Lembro-me bem. Foi quando julho se foi, que um vento mais gelado, mais destemperado, que arrastava ainda folhas deixadas pelo outono, me disse algumas verdades. Convenceu-me de que o céu começaria a apresentar metamorfoses avermelhadas. Que a poeira levantada por ele daria lições de que as coisas nem sempre ficam no mesmo lugar e que é preciso aceitar que a poeira só assenta depois que os redemoinhos se vão.

Foi quando julho se foi que a minha solidão me convidou para uma conversa. E me contou de tempo de esperas. E me disse que o barulho das árvores tinha algo a dizer sobre aceitação. E eu fiquei pensando como elas, as árvores, aceitam as estações que, se as estremecem, também lhes florescem os galhos. Mas tudo a seu tempo. Foi em agosto que descobri que os cachorros loucos são, na verdade, os uivos que não lançamos ao vento. São nossos estremecimentos particulares que a nossa rigidez de certezas não nos permite encarar.

O mês de agosto tem muito a ensinar. Porque agosto é mês jardineiro, é dentro dele, berço do inverno, que as sementes dormem. Aguardam seu tempo de brotar. Agosto é guardador da boa-nova, preparador de flores. Agosto é quando Deus deixa a natureza traduzir visivelmente o tempo das mutações.

Mude, diz agosto, em seu recado de sementes. Aceite, diz agosto, com seu jeito frio de vento que levanta poeira e a faz avermelhar o céu. Compartilhe, diz agosto. Agasalhos, sopas quentinhas, cafés com chocolate, abraços mais apertados – eles também aquecem a alma e aninham o corpo. Distribua mais afetos, que inverno é acolhimento, é tempo de preparar setembro. E, de setembro, todos sabemos o que esperar. Esperamos a arrebentação das cores, que com seus mais variados nomes vêm em forma de flores.

Vamos apreciar agosto, recebê-lo com o espanto feliz de quem não desafia ventos. Que ele desarrume e espalhe suas folhas e levante suas poeiras.

Aceite as esperas, mas coloque floreiras na janela.

Só quem vive bem os agostos é merecedor da primavera!

Miryan Lucy de Rezende - Escritora e Educadora Infantil

 

 

A vida pode ser comparada a uma viagem de trem.

Quando nascemos, entramos no trem da vida, momento que nos vestimos com uma roupa especial, chamada de corpo, para que possamos nos relacionar com os outros passageiros dentro do trem.

Na mesma estação que o trem recebe novos passageiros, outros passageiros descem do trem, terminando assim sua viagem no trem da vida.

O trem é composto por vários vagões, onde  cada vagão possui passageiros que irão se relacionar com os novos passageiros e em cada vagão uma série de aprendizados nos são passados. Assim, existe o vagão da família, dos relacionamentos da escola, de nossos relacionamentos. de amizade, relacionamentos afetivos, etc.

Entretanto, para a mudança entre os vagões, processos de morte e vida também ocorrem (ex: morte de um paradigma ou crença).

Durante o nosso percurso pelos vagões, carregamos duas malas, uma onde acumulamos aquilo que já fizemos e na outra mala, acumulamos tudo aquilo que ainda deixamos por fazer.

Há passageiros que insistem em permanecer no mesmo vagão por todo o percurso da viagem, outros apenas permanecem na janela, observando a paisagem, onde se recusam a se relacionar com outros passageiros ou mudar de lugar no vagão.

Entretanto, a viagem no trem tem um tempo determinado. Para alguns é rápida, para outros é bastante demorada, sempre de acordo com as necessidades do aprendizado. Quando menos esperamos, somos chamados para sair do trem. Muitos se esquecem da necessidade do aprendizado e muitos se apegam aos passageiros e aos bens lá adquiridos.

Na estação, entretanto, os passageiros que lá desceram observam atentamente a mala das ações não executadas e às vezes, lamentam ao perceber que esta mala ainda está cheia e pouco aproveitaram de sua permanência no trem da vida terrena.

Entretanto, a necessidade do aprendizado e da viagem não termina.  E quando menos esperam, o condutor do trem os chama para embarcar novamente, com a finalidade de recuperar os ensinamentos não aprendidos na viagem anterior ou aumentar a carga de aprendizados.

Muitos esquecem que a verdadeira morada é na estação de trem e não na viagem de trem, ao ponto de acharem que o tem é a única realidade de suas existências.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Compartilhe:
15Jul2017
Sons e sementes

Somos sons e as palavras são sementes.

"Pronunciar "Sinto muito" devolve a unidade perdida ao viajar pela tua pele, que é o órgão mais extenso,que te conecta e te faz sensível frente às vivências dos demais, te desapega dos resultados e te converte em unidade. O som "Perdoa-me",  faz eco em teu pâncreas e em teu cólon desatando laços, liberando histórias. E se pudesses ver o que mobiliza um *"Sou Grato", sorririas junto a todas as células do teu corpo sacudindo tuas veias, convertendo teu sangue em luz em esse ato desprendido.

“Te Amo" é o som mais curador do Universo.

Esta frase cobre teu corpo e viaja através de teus pulmões desobstruindo tua respiração. Percorre teus rins transmutando os medos e faz que milhões de células sorridentes lhe deem energia às células tristes de teu sistema imunológico,ou que algumas outras que nasceram com a arte da jardinagem,  semeiam relva suave, fresca e verde ao redor das zonas mais áridas do teu corpo.

Se pudesses ver o que provocam as palavras em ti e nos demais,  começarias a observar teus pensamentos,  teus silêncios, teus sons e teus ruídos, porque neste oceano de energia que somos, cada onda que emites cria ondas de diversas cores influenciando aos demais.

Sinto muito, Perdoa-me, Sou Grato, Te Amo

Devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário.

 

 

Procure durante seu dia fazer algumas pausas de alguns minutos para  que você possa acessar seu silencio interior em busca de respostas internas sobre questões que lhe aflige e não consegue resolver, ou ainda quando sentir se agitado  mentalmente, ou cansado sem energia e disposição e precise deste tempo para recuperar se, tomar um fôlego para continuar de forma mais tranquila sua rotina.

Sente se e deixe a coluna alongada, apoie os pés no chão, mesmo que estiver no escritório, no carro, ou na sua casa você pode experimentar. Comece a  perceber o movimento da sua respiração,  perceba as sensações do seu corpo, aonde esta mais tenso, mais relaxado ou confortável. Continue apenas observando se silenciosamente, de olhos abertos, mas focado em você. Ou se preferir e puder, feche os olhos suavemente, perceba  seu corpo e as  sensações que chegam a você, comece pelos pés, pernas, quadril, coluna, abdômen, braços, tórax, costas, cabeça, vá percebendo cada parte de seu corpo, sem julgamentos, ou cobranças, apenas sinta seu corpo com se um scanner passasse por ele ampliando suas sensações corporais, e você continua respirando lenta e  tranquilamente .  Você começa a perceber um estado de presença, de estar consigo mesmo, com seu corpo, suas sensações, podendo elas  serem  agradáveis  ou não, acolhendo as, e deixando que sua respiração te conduza a um estado de mais calma, tranquilidade atenuando agitações internas, trazendo mais energia, foco, discernimento, percepções, intuições. São alguns momentos que você pode se proporcionar para o  cultivo da paz interna, para melhorar sua disposição, sua saúde e retomar as atividades de forma mais inspirada e consciente.

Compartilhe:
20Jun2017
Coração fluido

Não apresse o rio. ..ele corre sozinho!

Como podemos evitar sermos arrastados pela corrente  no sentido de nos perdermos e, ao mesmo tempo, permitir ao ribeirão, ao rio da vida, que tome seu ímpeto através de nós?

A noção de fluidez pode nos ajudar a compreender e assumir em melhores condições os problemas encontrados no cotidiano, segundo Jean Ives Leloup no seu livro Amar, apesar de de tudo. A imagem do fluir e da água contornando os obstáculos que vai encontrando, dentro da realidade  que encontra pelo caminho. As vezes pedras, rochas, madeira, galhos, entulhos e toda a sorte pelo caminho, e a água pacientemente enfrenta os contornando,  seguindo a frente.Também podemos com nossas escolhas seguir este caminho de contorno, de presença seguindo avante seu proposito.  Deixar se levar muitas vezes neste fluxo, e este deixar   fluir   é acima de tudo um exercício de entrega, onde o ego que quer manter   o comando de tudo perde sua força quando  abrirmos esta percepção de aprendizado de cada percurso.

 Um espírito rígido, um espírito ideólogo, fanático, não aborda a realidade com  fluidez, e sim a partir de suas tensões, tentando adaptar  a realidade a seus conceitos, ideologias, pontos de vista. Jeans Ives lembra nos que cabe a nós incessantemente,  fluir como a água se adapta aos rochedos da existência, aliando nos com aquilo que a realidade nos oferece para viver, e que a fluidez é a verdadeira arte de viver!

Um coração fluido, é um coração capaz de compartilhar nossas emoções: ficar triste quando estamos triste, sentir alegria quando vivenciamos alegria, vivenciando sempre aquilo  que é.

A verdadeira infelicidade de alguém é ficar estagnado, emoção congelada, conceito congelado, ideologia congelada. A fluidez é, pelo contrario, o que nos coloca de novo em marcha no próprio âmago de nossos conceitos, sabendo que a representação que temos de alguma  coisa as vezes não é aquela coisa apenas,  e a fluidez nos conduz para além.

 

 

Observe o movimento que a água realiza  num rio ou riacho, ou talvez no mar, veja como funciona este movimento da natureza sabia. As vezes violento, as vezes calmo. Contornando cada obstáculo, fazendo curvas, subindo, descendo, indo avante.

Perceba como esta o seu movimento da sua vida, fluindo?  Estagnado?

Que partes da sua vida  precisa de mais movimento, talvez sair da zona de conforto e ir além, contornando os obstáculos e desafios.

Deixando se guiar pelo seu propósito de vida, seguindo sua missão, indo   e fluindo em direção ao grande oceano de realizações, onde você percebe quem você realmente é e todo seu potencial, sabendo que você realiza neste momento de superação aquilo a que veio realizar neste mundo.

Deixe se levar pela fluidez da vida dentro e fora de você.

 

Compartilhe:
28Abr2017
Ho'oponopono para resolução de problemas

Ho’oponopono: corrigir um erro ou torná-lo certo.

Todos somos um, o universo é interligado por uma teia invisível. O mal de um é o mal de todos. A cura de um é a cura de todos.

Assim como a física quântica atual percebe isto, também é um conhecimento que vem de antigos habitantes da terra, cuja origem remonta ao continente perdido de Mu, conhecido como Lemuria.

O continente Mu submergiu após cataclismos e de onde surgiram as Ilhas Polinésias, há cerca de 13.000 anos. No Hawaii, com a sobrevivência de habitantes de Mu, o conhecimento Huna foi preservado até hoje, segundo Max Freedom Long.

Outro estudioso do Huna, Sergio King, acredita na origem de povos estelares da constelação da Plêiade que se estabeleceram na região do oceano Pacifico.

Hunas são princípios psicofilosóficos que regiam aqueles povos.

Os Kahunas seriam os guardiões do segredo, onde os hawaianos representam este povoado antigo e sábio e de onde surge o Ho’oponopono.

E este segredo seria: olhar dentro de nós mesmos e desvendar os mistérios que encerramos em nosso Ser.

O Ho’oponopono é baseado em 3 questões: arrependimento - perdão - transmutação.

Estabelecendo assim uma conexão com a Mente Divina,  a mente consciente, nosso eu,  e a mente subconsciente, que contém traumas e memórias que são reencenadas na nossa mente constentemente  e ativadas pelo nosso pensamento.

A mente é uma maquina de pensar. Pensa milhões de pensamentos por dia, é uma maquina de pensar.

É iniciada por uma petição da mente consciente e dirigida à Inteligência Divina para anular memórias e transforma-las, transmuta-las.

Segundo o estudioso hawaiano Dr. Ihaleakala Hew Len, a Huna com o método do Ho’oponopono nos faz refletir sobre questões práticas nossas que atualmente muito se tem falado em prosa e verso:

Se você deseja melhorar sua vida, cure-se a si próprio.

Mas amplia para um entendimento mais amplo sobre alguns aspectos:

- se desejar curar alguém, mesmo que seja um criminoso, o primeiro passo é acreditar que a insanidade dele também mora de forma latente, dentro de você mesmo. Amar a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si próprio e enquanto você melhora, melhora tudo ao seu redor, melhora o seu mundo.

- Somos totalmente e exclusivamente responsáveis por toda a nossa experiência. A separação é uma ilusão da mente, não existe nós versus o outro. Somos todos interligados. Aquele que o magoou é você mesmo, ou seja, um dos milhares aspectos do seu próprio eu.

- Qualquer coisa que surja na sua vida, independente de como apareceu, está disponível para a cura, simplesmente porque agora está em seu radar. Se você pode sentir alguma coisa, você pode cura-la. Se a ver em outra pessoa e ela o incomodar, é passível de ser curado, pois se consegue avista-la é porque você a tem, se conseguir reconhecê-la, poderá transforma-la. Assim transforma o outro também.

Tudo começa na mente.

Este é um processo que vai purificando nossa mente de maneira segura e gradual. É a arte de perdoar a si mesmo. Transmutando memórias do passado, perdoando, sendo perdoado, limpando e transformando. Começando dentro de nós podemos mudar o mundo.

Este é um dos preceitos do Huna, do Ho’oponopono um mantra que pode ser repetido muitas vezes, em todos os momentos e lugares.

Procurando sempre ampliar nossa visão, nossa consciência para este perdão, aceitação, gratidão e amor que rege tudo e a todos.

Quando estás a mentalizar, ou dizer para si mesmo estas quatro frases, respire fundo, conecte-se com seu coração, sinta a sua presença, e repita:

SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.

Compartilhe:
16Fev2017
O que precisamos

Perguntaram a Jalal ad-Din Muhammad Rumi, mestre espiritual persa do séc. XIII:

O que é veneno?

- Qualquer coisa além do que precisamos é veneno.

Pode ser poder, preguiça, comida, ego, ambição, medo, raiva, ou o que for.

O que é o medo?

- Não aceitação da incerteza.

Se aceitamos a incerteza, ela se torna aventura.

O que é a inveja?

- Não aceitação do bem no outro.

Se aceitamos o bem, se torna inspiração.

O que é raiva?

- Não aceitação do que está além do nosso controle.

Se aceitamos, se torna tolerância.

O que é ódio?

- Não aceitação das pessoas como elas são.

Se aceitamos incondicionalmente, então se torna amor.

O que é maturidade espiritual?

1. É quando você para de tentar mudar os outros e se concentra em mudar a si mesmo.

2. É quando você aceita as pessoas como elas são.

3. É quando você entende que todos estão certos em sua própria perspectiva.

4. É quando você aprende a "deixar ir".

5. É quando você é capaz de não ter "expectativas" em um relacionamento, e se doa pelo bem de se doar.

6. É quando você entende que o que você faz, você faz para a sua própria paz.

7. É quando você para de provar para o mundo, o quão inteligente você é.

8. É quando você não busca aprovação dos outros.

9. É quando você para de se comparar com os outros.

10. É quando você está em paz consigo mesmo.

11. Maturidade espiritual é quando você é capaz de distinguir entre " precisar " e "querer" e é capaz de deixar ir o seu querer.

E por último, mas mais significativo!

12. Você ganha maturidade espiritual quando você para de anexar "felicidade" em coisas materiais!

 

Podemos aproveitar estas reflexões deste grande mestre espiritual do sec. XVIII, Rumi e compormos uma lista de coisas importantes em sua vida. Sim, uma lista onde você enumera por prioridades as suas escolhas

Importante que você seja sincero e honesto consigo mesmo neste momento.

Esta lista de coisas importantes na sua vida pode se resumir em pessoas, trabalhos, atividades: social ou esportivo, ou ludico, ou espiritual, altruista. 

Vá preenchendo e percebendo a ordem das suas prioridades e o que sente em relação a cada uma delas, o que brota no seu coração quando descreve e lembra-se destas atividades, deixe fluir sem cobranças o que vem a mente, apenas  observe se neste momento. É uma grande oportunidade de balanço e avaliação de onde estamos indo, como vai nosso proposito.

 Após o termino da lista fazer uma nova listagem se assim o desejar com novas opções e escolhas que lhe vierem na mente e no coração,  onde muitas vezes ficaram  esquecidos e deixamos passar.

Reescreva com tranquilidade e coloque o tempo para realização de cada uma destas atividades em sua vida: curto prazo, medio, ou longo prazo.   Muito importante quando escrever,  você  veja se realizando cada uma delas com clareza e  também os detalhes de como conseguiu chegar até elas para realiza-las de forma concreta. Perceba como você se sente realizando cada uma delas na sua mente, criando uma nova realidade.

Guarde sua lista em local de facil acesso e todos os dias,  se possivel por 21 dias olhe, memorize suas escolhas e visualização da realização delas.

Com 21 dias  exercitando e visualizando os novos propositos, nosso cerebro cria novas conexões, sinapses  auxiliando o Universo a cocriar realidade.

 

 

 

Compartilhe:
Magali Bergamo 2015 - Todos os direitos reservados
Criação de sites Vinhedo, Valinhos, Campinas